Documentário 25 Anos de Censurados

Censurados 25 Anos CINE

25 Anos de Censurados pretende assinalar o 25º aniversário do lançamento do primeiro álbum homónimo dos Censurados.

De acordo com um estudo recente sobre a história do punk em Portugal, realizado pelo projeto KISMIF e vertido no livro As Palavras do Punk (Augusto Santos Silva & Paula Guerra, 2015) Censurados é indicado por mais de 50% dos entrevistados como sendo o seu álbum preferido.

O documentário foi elaborado na sequência de um estudo realizado em 2014 por Maria João Ramos (professora/investigadora) com o intuito de aferir a relevância e a atualidade dos Censurados, apresentado na conferência “Keep It Simple, Make It Fast” (Porto, Julho de 2014). Neste âmbito, foram realizadas 20 entrevistas a fãs e amigos da banda, com idades compreendidas entre os 10 e os 50 anos. As entrevistas foram realizadas no Jardim dos Coruchéus (futuro Jardim João Ribas) em Junho de 2014 e em Novembro de 2015.

O documentário, com cerca de 1h10, é composto por excertos das entrevistas realizadas, registos videográficos dos Censurados, alguns deles raros ou inéditos, bem como de prestações recentes de temas de Censurados, por parte de bandas portuguesas da atualidade.

Não se trata de um trabalho sobre a história dos Censurados, mas de um registo informal e DIY (ou não se tratasse de punk!) que revisita o surgimento da banda através das histórias e memórias daqueles que a acompanharam de perto, aferindo também – passados 25 anos – a sua relevância e contínua popularidade, especialmente entre as gerações mais jovens de fãs e de músicos portugueses, que mantêm vivo o punk/underground português.

Morada: Estrada de Telheiras, 146
Data e hora: 09 Junho, 21:30
Entrada Livre (limitada a 140 espetadores)

Dheepan de Jacques Audiard + Debate

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Dheepan (Antonythasan Jesuthasan), Yalini (Kalieaswari Srinivasan) e a pequena Illayaal (Claudine Vinasithamby) assumem identidades falsas para fugir do Sri Lanka, seu país natal, que está em guerra. Eles não se conhecem e, diante da iniciativa, precisam conviver como se fossem uma família verdadeira ao chegar na França. Sem conhecer a língua local, Dheepan consegue emprego como zelador em um condomínio de classe baixa, enquanto que Yalini passa a trabalhar como empregada doméstica de um idoso com problemas de saúde.

Após a exibição do filme, realizar-se-à um debate sobre o tema dos refugiados a cargo da Amnistia Internacional (Grupo 19 de Sintra) e Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, Pedro Delgado Alves.

Morada: Estrada de Telheiras, 146
Data e hora: 15 de Maio, 21:00
Entrada Livre (limitada a 140 espetadores)

Este filme está inserido na programaçāo da oitava edição do Festival de Telheiras.
+ INFO http://bit.ly/2pqDqlB.

Apresentaçāo do livro “Daqui Ali” de António Pedro Moreira

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Como é que se volta atrás depois de percebermos quem somos e o que queremos fazer? Olhar para a VIDA da mesma forma que olhávamos antes de 50.000km por terra de Portugal a Singapura? Não se volta. Ainda que em casa, a mente segue sempre, deixando os dias passar com outros destinos ao assalto. África. Uma Bicicleta. E uma alma em direcção a um Adamastor redimido, passando por todo o desconhecido que de si me separa, sempre com o desejo que, se tentar com força suficiente, me dilua nas terras e gentes que as habitam. Medos, frustrações, provações, e a alma lançada a cada canto e esquina, caindo sempre inteira. O Amor dá força, e o Amor de quase cada estranho que encontrei estrada fora não a deixou nunca partir.

O Amor e as provações dançaram, e escreveram estas páginas.

LOCAL: Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro
MORADA: Estrada de Telheiras, 146
ENTRADA LIVRE
RESERVAS: cinetelheiras@gmail.com
TRANSPORTE: Metro Telheiras, linha verde – Autocarros 747, 767, 778.
DATA E HORA: 04 de Fevereiro / 16:30
FACEBOOK: https://www.facebook.com/events/361628187534275/
+ INFO: cinetelheiras.wordpress.com
Entrada limitada a 140 espetadores

Estamos de Volta – 16 e 21 Junho

Após vários meses de obras no auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, o Cineclube de Telheiras está de regresso.

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Sinopse: Visita musicalmente guiada ás 4 fases da vida de Elvis Presley, com apresentação dos temas mais emblemáticos:

I – 1956 -1959
II- 1960 – 1970
III- 1970 – 1973
IV- 1973 – 1977

Ao som do piano e percurssão , a visita leva-nos aos primeiros acordes do rock – é o nascer do conceito “rockabillity”, da elevação do quente som dos blues , do country e do gospel ás salas de concerto onde anteriormente a musica negra e cristã não tinham lugar.Elvis foi educado na la Igreja Evangelica Assembleia de Deus- Tupelo. Com o seu sotaque sulista, Elvis americano nascido no Sul (Tupelo- Mississipi) deu expressão aos sons e histórias da negritude das terras do sul, pelo que foi o priomeiro artista que misturou com sucesso a musica branca com a musica negra, sendo considerado sem contestação pelo seu Pais, o maior ícone da musica popular americana do seculo XX. Elvis criou o Rock and Roll…..gostava de sandwiches de banana e manteiga de amendoim gostava de ópera… tinha como maior ídolo o tenor Mario Lanza…e ah! A mãe de Witney Houston foi sua “back stage”na formação “The Imperiais”.

LOCAL: Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro
MORADA: Estrada de Telheiras, 146
ENTRADA LIVRE / Sócios Cineclube de Telheiras
PÚBLICO 5€
RESERVAS: cinetelheiras@gmail.com
TRANSPORTE: Metro Telheiras, linha verde – Autocarros 747, 767, 778.
DATA E HORA: 16 JUN // 21:30
+ INFO: cinetelheiras.wordpress.com
Entrada limitada a 140 espetadores

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sem título | 8’ | 2015
REALIZAÇÃO: Catarina Alves
Costa | MONTAGEM: Pedro Duarte PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC
Catarina Alves Costa descobre, nos filmes de família que recebeu, inesperados espaços em branco, momentos que escapam à pose, acasos. Articula-os. Daí resulta um filme misterioso – justamente sem título – que explora com subtileza e curiosidade a abertura do sentido, característica destes filmes, que é também, em grande medida, a sua força.

sem título | 11’ | 2015
REALIZAÇÃO: Edgar Pêra | PÓS- PRODUÇÃO 2D: Cláudio Vasques | No som, excerto do filme 25Abril, Uma Aventura Para a Democracya, de Edgar Pêra | PRODUÇÃO: AML- Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC
Projeção nos filmes de família em bruto – praia, parque de campismo, passeios, Natais felizes, as ruas de Lisboa, murais espalhados pelo país – de imagens (também sonoras)
da Revolução. Edgar Pêra contrapõe assim dois arquivos: um que documenta a vida familiar burguesa, outro que acompanha o momento, preciso, da mudança.

sem título | 6’ | 2015
REALIZAÇÃO: Susana Nobre |
Com a participação de Maria do Céu Nobre, Susana Nobre e Laura Nobre Afonso | Com excertos de Mère et fille, une correspondance (1913- 1962) de Françoise Dolto (edição Mercur de France) | PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/ EGEAC
Pontuado e guiado por excertos de uma correspondência entre mãe e filha (de um livro
de Françoise Dolto), o filme enche de imagens as palavras trocadas – ou vice-versa. Não
há rememoração. Há sim uma troca entre presentes. E emoção na cadência dos intertítulos e no ritmo dos planos de natureza e vida familiar.

Sempre Estivemos Aqui | 10’ | 2015
REALIZAÇÃO: Margarida Cardoso | No som, excertos de Lisbon Story (Wim Wenders, 1994), leitura de textos publicados no Diário de Lisboa, excertos de Love Me, Please Love Me (música de Michel Polnareff, 1967) | PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/ EGEAC
A leitura de excertos do Diário de Lisboa, com descrições de acontecimentos relacionados
com o Zoo, traça a narrativa e o dispositivo: Margarida Cardoso associa datas e acontecimentos marcantes da história portuguesa, à história dos animais encarcerados, testemunhas silenciosas e esquecidas. A associação é aberta, livre, sugere perguntas mais do que propõe respostas. Quem são esses que sempre estiveram aqui?

O Prazer de Associar | 6’ | 2015
REALIZAÇÃO: Jorge Cramez e Diogo Allen | PRODUÇÃO: AML- Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC
Perante os filmes de família da coleção do AML-Videoteca, Jorge Cramez enceta, com Diogo Allen, um exercício de memória e associação. O filme resulta desse exercício, e a cada plano ou cada sequência, os dois associam outras imagens e ideias, da história e da teoria do cinema. É assim um filme sobre isso: o cinema.

Save Project…. | 9’ | 2015
REALIZAÇÃO: José Filipe Costa Com a participação de Paula Diogo e Pedro Lacerda | PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC
Duas pessoas – um homem e uma mulher – em frente ao ecrã de computador. Imagens de origem desconhecida passam na linha de montagem. Os dois comentam o que vêem. Encontram recorrências e relações entre as pessoas que aparecem – estarão nas imagens ou na cabeça de quem vê? Save Project… é um filme sobre o aparecimento da ficção.

Mulher Ideal | 9’ | 2015
REALIZAÇÃO: Margarida Leitão
| MONTAGEM: Margarida Leitão
| SONOPLASTIA: Margarida Leitão, Filipe Fernandes, Dina Ferreira | IMAGEM: João Braz | VOZ: Manuel Mozos e Margarida Leitão | MÚSICA: Filipe da Graça | PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC
Dos filmes de família que recebeu, Margarida Leitão decide acompanhar uma mulher. Das perguntas que faz resulta um filme simultaneamente emocional, onde a voz da realizadora se coloca em cena, tomando o lugar de alguém que olha, de dentro da família, para essa mulher; e um filme crítico, e estranho pela contemporaneidade do retrato que faz – as leituras, por Manuel Mozos, do artigo “Mulher Ideal” publicado na revista Menina e Moça em 1948 soam violentamente familiares.

LOCAL: Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro
MORADA: Estrada de Telheiras, 146
ENTRADA LIVRE
RESERVAS: cinetelheiras@gmail.com
TRANSPORTE: Metro Telheiras, linha verde – Autocarros 747, 767, 778.
DATA E HORA: 21 JUN // 21:30
+ INFO: cinetelheiras.wordpress.com
Entrada limitada a 140 espetadores