1º Encontro de Escrita para Cinema e Televisão em Português

Aviso à navegação: todos os storytellers, escritores e argumentistas lusófonos!

Nunca se consumiu tanto conteúdo audiovisual como nos tempos que correm. As séries televisivas estão hoje num patamar igual, ou superior, ao alcançado pela 7ª arte e seus derivados. Se adicionarmos a isto o avultado número de prémios concedidos ao cinema português nos tempos recentes, é fácil identificarmos um padrão de reconhecimento da qualidade do que, por cá, se vai realizando; literalmente.

Só no presente ano, que segue a pouco mais de metade, são estes alguns dos palmarés já conquistados pelo cinema português:

  • Nuno LopesFestival Internacional de Cinema de Veneza, Prémio Especial de Melhor Ator
  • A Fabrica do Nada” de Pedro PinhoFestival de Cinema de Cannes – Quinzena dos Realizadores, Prémio FIPRESCI da Crítica Internacional
  • “Cidade Pequena” de Diogo Costa AmaranteFestival de Cinema de Berlim, Urso de Ouro/Curta-Metragem
  • “Estilhaços” de José Miguel RibeiroFestival de Cinema de Animação de Bruxelas, Melhor Curta-Metragem

A partir desta premissa, e convocando quem faz dos ecrãs o seu modo de vida, a Academia Portuguesa de Cinema deitou mãos à obra e reuniu esforços para dar vida ao “A Quatro Mãos” que é – nem mais, nem menos – o 1º Encontro de Escrita para Cinema e Televisão em Português.

Desde palestras ministradas por Rui VilhenaPaulo Morelli ou Adriana Falcão, até sessões de Q&As e debates, passando por workshops e masterclasses dirigidas por Valentín Fernández ou James Bonnet, estão reunidas as condições para fazer deste um acontecimento de elevada magnitude no panorama cinematográfico nacional.

O evento realizar-se-á entre os dias 12 e 15 de Outubro, em locais variados da cidade de Cascais, podendo os ingressos ser comprados ao preço inicial de 400€, sendo que o valor aumenta progressivamente a partir de 31 de Agosto. Escolas e demais estudantes poderão adquirir os mesmos ingressos ao preço reduzido de 250€.

fonte Comunidade, Cultura e Arte.

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evento cancelado

Por motivos de saúde que impede um dos intérpretes de desenvolver actividade física, a estreia da obra “… Linhas de Fuga …”, foi adiada por tempo indeterminado. 
Felizmente não é nada de grave, mas teremos de aguardar que a mesma tenha a autorização médica para o desenvolvimento de actividades físicas, antes de retomarmos os ensaios.
Assim que for possível divulgaremos a nova data da estreia deste espectáculo, o qual desejamos muito partilhar convosco.
Até breve.
Equipa Evoé

Linhas de Fuga

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… Linhas de Fuga …
Quinta-feira, 27 de Julho, às 21h30
Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, em Telheiras

Espectáculo Final do 2º ano do Curso de Teatro Físico

SINOPSE:
Como ponto de partida, saímos à procura de imagens, narrativas ficcionais e testemunhos. Num espaço onde ninguém tem o direito de ficar, encontramos uma mulher em fuga, um soldado perdido no campo de batalha, homens e mulheres que deixam rastos nas fronteiras da vida.
Para nós este espetáculo é um espaço de reflecção sobre o que se passa no mundo de hoje, de ontem. Um mundo onde milhares de pessoas são expulsas das suas casas, das suas famílias, das suas raízes, das suas próprias vidas.
Um espaço sobre a brutalidade deste jogo, do qual fazemos parte, mas que por vezes desejamos fingir que não é connosco. Um jogo que só ganha visibilidade quando um ser humano se faz explodir perto das nossas casas, dentro das nossas fronteiras.

Direcção | Pablo Fernando
Criação | Beatriz Silva, Joana Santos, Johan Philippe e Inês Galvão Teles
Interpretação | Beatriz Silva, Johan Philippe e Inês Galvão Teles

Professores do Curso | Ana Mira, Ana Sofia Paiva, Charly Magonza, Cláudia Andrade, Jaime Mears, Joana Pupo, John Mowat, João Paulo Reis, Luís Fernandes, Marta de Carvalho, Mariana Vasconcelos, Miguel Antunes, Miguel Freire, Nádia Santos, Patrícia Ubeda, Ricardo Silva, Rodrigo Robleño e Samuel Meyler
Coordenação Pedagógica | Pablo Fernando

Documentário 25 Anos de Censurados

Censurados 25 Anos CINE

25 Anos de Censurados pretende assinalar o 25º aniversário do lançamento do primeiro álbum homónimo dos Censurados.

De acordo com um estudo recente sobre a história do punk em Portugal, realizado pelo projeto KISMIF e vertido no livro As Palavras do Punk (Augusto Santos Silva & Paula Guerra, 2015) Censurados é indicado por mais de 50% dos entrevistados como sendo o seu álbum preferido.

O documentário foi elaborado na sequência de um estudo realizado em 2014 por Maria João Ramos (professora/investigadora) com o intuito de aferir a relevância e a atualidade dos Censurados, apresentado na conferência “Keep It Simple, Make It Fast” (Porto, Julho de 2014). Neste âmbito, foram realizadas 20 entrevistas a fãs e amigos da banda, com idades compreendidas entre os 10 e os 50 anos. As entrevistas foram realizadas no Jardim dos Coruchéus (futuro Jardim João Ribas) em Junho de 2014 e em Novembro de 2015.

O documentário, com cerca de 1h10, é composto por excertos das entrevistas realizadas, registos videográficos dos Censurados, alguns deles raros ou inéditos, bem como de prestações recentes de temas de Censurados, por parte de bandas portuguesas da atualidade.

Não se trata de um trabalho sobre a história dos Censurados, mas de um registo informal e DIY (ou não se tratasse de punk!) que revisita o surgimento da banda através das histórias e memórias daqueles que a acompanharam de perto, aferindo também – passados 25 anos – a sua relevância e contínua popularidade, especialmente entre as gerações mais jovens de fãs e de músicos portugueses, que mantêm vivo o punk/underground português.

Morada: Estrada de Telheiras, 146
Data e hora: 09 Junho, 21:30
Entrada Livre (limitada a 140 espetadores)

Dheepan de Jacques Audiard + Debate

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Dheepan (Antonythasan Jesuthasan), Yalini (Kalieaswari Srinivasan) e a pequena Illayaal (Claudine Vinasithamby) assumem identidades falsas para fugir do Sri Lanka, seu país natal, que está em guerra. Eles não se conhecem e, diante da iniciativa, precisam conviver como se fossem uma família verdadeira ao chegar na França. Sem conhecer a língua local, Dheepan consegue emprego como zelador em um condomínio de classe baixa, enquanto que Yalini passa a trabalhar como empregada doméstica de um idoso com problemas de saúde.

Após a exibição do filme, realizar-se-à um debate sobre o tema dos refugiados a cargo da Amnistia Internacional (Grupo 19 de Sintra) e Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, Pedro Delgado Alves.

Morada: Estrada de Telheiras, 146
Data e hora: 15 de Maio, 21:00
Entrada Livre (limitada a 140 espetadores)

Este filme está inserido na programaçāo da oitava edição do Festival de Telheiras.
+ INFO http://bit.ly/2pqDqlB.